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7,6
Média
132 votos
?
Sua nota
Direção
Ingmar Bergman
Roteiro:
Ingmar Bergman
Gênero:
Drama
Origem:
Suécia
Estreia:
31/12/1969
Duração:
96 minutos

Lupas (14)

  • A opressão e o desalento de um mundo à beira do abismo. O frenesi subconsciente, o desejo que sufoca, a morte que invade a imagem. As palavras nada dizem e o Deus-aranha sorri no final. "O Silêncio" é uma experiência enigmática, impulsiva, sombria. Embalado por uma atuação impecável de Ingrid Thulin.

    Zacha Andreas Lima | Em 24 de Junho de 2022 | NOTA: 8.5
  • Não é apenas o filme que menos gostei da trilogia, mas também do diretor. As grandes atuações de Ingrid Tullin e Gunnel Lindblom é o que o filme tem de melhor. Me impressionei com alguns temas que o Bergman trata e também com o alto teor de erotismo. Achei o filme muito arrastado. Mesmo sendo o mais fraco pra mim, ainda assim é um bom filme.

    Thiago Cavalcante Hércules | Em 27 de Julho de 2020 | NOTA: 7.0
  • Sinceramente Bergman já trabalhou as varias temáticas abordadas( feminino, morte, vazio existencial, relaçoes familiares, etc) de forma muito melhor. Pra mim aqui faltou inspiração e roteiro, deixando um filme longo e cansativo apesar de seus menos de 100 minutos.

    Phellipe Araujo | Em 10 de Março de 2020 | NOTA: 5.5
  • Bergman recusa o minimalismo e a abordagem teatral comum em vários de seus filmes, e parte de uma realização onírica, bem parecida com A Hora do Lobo, criando um belíssimo fluxo de momentos caóticos que fornecem uma imersão bem particular ao sonho. O filme é uma verdadeira jornada entre a desordem e o poético, tanto em seu conteúdo onírico quanto no amargo embate familiar que a história apresenta.

    César Barzine | Em 05 de Janeiro de 2020 | NOTA: 8.0
  • Apesar de ser um dos longas de Bergman que melhor fala sobre sexo, dos filmes da chamada 'Trilogia do Silêncio' este é o que menos gostei. Por focar numa abordagem menos verborrágica, a doença de Ester (Thulin) se torna muito desgastante a quem assiste. E o conflito entre irmãs poderia ter maiores momentos. Vale ressaltar as respostas que a fotografia traz com o uso de sombras para a dualidade de Ester e Anna (Lindblom), recurso que evoluiria anos mais tarde em Persona (1966).

    Eduardo Percequillo Freire de Souza | Em 15 de Agosto de 2019 | NOTA: 6.5
  • Talvez seja um dos filmes mais misteriosos do diretor, a capa do filme é representativa: através das portas, janelas e ambientes que vamos entendendo a fuga, o medo, o incesto, a repressão sexual e ódio presentes naqueles personagens.

    Vítor Miranda | Em 24 de Junho de 2014 | NOTA: 7.0
  • É em O Silêncio que o cineasta esbanja tudo o que havia proposto em sua carreira até então, e é neste filme que o frenesi erótico, a histeria, a sensibilidade, a inocência e "a vida como espetáculo" mostra-se pela primeira vez de forma completa.

    Edward Jagger DeLarge | Em 25 de Março de 2014 | NOTA: 7.0
  • 19/06/07

    Eduardo Scutari | Em 05 de Março de 2014 | NOTA: 9.0
  • Guarda suas semelhanças com Persona; o diferencial é a atmosfera surrealista à lá Bunuel e o clima tenso e um tanto macabro, digno de um filme de terror. O melhor da trilogia.

    Lucas Delon | Em 26 de Dezembro de 2013 | NOTA: 8.5
  • A tensão que paira sobre as relações femininas genialmente explorada pelo maior diretor de todos os tempos.

    Laís P. | Em 13 de Outubro de 2013 | NOTA: 8.5
  • Não é o mais brilhante da trilogia, mas oferece, com sua atmosfera de clausura e angústia, um dolorido retrato do tédio e do escapismo típicos da modernidade, em direção e atuações inesquecíveis.

    Patrick Corrêa | Em 11 de Janeiro de 2012 | NOTA: 8.5
  • Roteiro ininteligível, lentidão e apenas uns poucos diálogos sem sentido ou que nada acrescentam: tudo que torna um filme interessante...

    Gilberto C. Mesquita | Em 06 de Setembro de 2011 | NOTA: 0.0
  • É impressionante como filmes assim, com poucos diálogos, nos fazem refletir tanto.

    Vanessa Soria | Em 22 de Julho de 2011 | NOTA: 8.0
  • Um dos filmes mais sombrios e intensos da carreira de Bergman.

    Rafael Justen | Em 22 de Julho de 2011 | NOTA: 8.0