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Sua nota
Direção
Manoel de Oliveira
Roteiro:
Manoel de Oliveira (roteiro), Raul Brandão (peça)
Gênero:
Drama
Origem:
França, Portugal
Estreia:
17/01/2014
Duração:
95 minutos

Lupas (10)

  • Para a quase totalidade das pessoas a sociedade capitalista sempre será mera ilusão. Na realidade é uma sombra deformada que condiciona o ser humano ao desespero, ao vazio das coisas. A força do dinheiro é implacável. Somo todos angustiados na rotina miserável de todos os dias. Em seu último longa, Manoel de Oliveira não decepcionou. Texto forte, mise en scène perfeita.

    Zacha Andreas Lima | Em 19 de Abril de 2022 | NOTA: 8.5
  • Miséria, dinheiro, relação pai e filho, são alguns temas tratados nesse filme do Oliveira baseado na peça do dramaturgo português Raúl Brandão. O Filme todo se passa em praticamente um só lugar, clima teatral indissimulável, mas que ainda assim é cinema.

    Rafael Alves | Em 15 de Janeiro de 2015 | NOTA: 8.5
  • Com planos dos mais estáticos, inclusive para os seus padrões, Oliveira pensa a velhice, a pobreza e abnegação em notáveis diálogos. A fotografia, quase personagem, é um assombro.

    Patrick Corrêa | Em 13 de Novembro de 2014 | NOTA: 7.5
  • Belo e brando, com uma amargura crescente, que cede em um final simbólico e reflexivo.

    Lucas do Carmo | Em 03 de Agosto de 2014 | NOTA: 8.5
  • Adaptando uma peça teatral fajuta (porém, inexplicavelmente, mantendo a mesma estrutura de apresentação e cenários), M. Oliveira discorre sobre a vida pobre, onde "sorte é a rotina (não acontecer nada)", sem sair do seu velho papo-cabeça interminável.

    Gilberto C. Mesquita | Em 03 de Abril de 2014 | NOTA: 0.5
  • Um contraste magnífico domina a obra.Pai e filho não poderiam ser mais diferentes,um preso ao lar e a um modo - também pela idade já.O outro,jovem,quer mais,é ambicioso,mas sua ética é nojenta. Linda peça de teatro.Quadros deslumbrantes.

    Adriano Augusto dos Santos | Em 29 de Março de 2014 | NOTA: 8.5
  • Filme MUITO bonito. Me espanta toda a delicadeza impregnada nos planos claustrofóbicos e lúgubres, mas ainda assim absurdamente encantadores.

    Daniel Mendes | Em 28 de Janeiro de 2014 | NOTA: 8.0
  • Um cinema passado que vem nos assombrar em 2013. Poderoso!

    Caio Matheus | Em 24 de Dezembro de 2013 | NOTA: 8.5
  • 15/09/13

    Eduardo Scutari | Em 16 de Setembro de 2013 | NOTA: 8.0
  • Quase como uma peça, focado nos diálogos, e com uma fotografia digital que também dá um aspecto anti-natural. Inferior aos filmes mais recentes de Oliveira, embora contenha algumas reflexões interessantes sobre a velhice e a angústia humana.

    Polastri | Em 25 de Outubro de 2012 | NOTA: 7.5