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Sete Minutos Depois da Meia-Noite

(A Monster Calls, 2016)
7,4
Média
103 votos
?
Sua nota
Direção
Roteiro:
Patrick Ness
Gênero:
,
Origem:
,
Estreia:
05/01/2017
Duração:
108 minutos

Lupas (16)

  • Muitos se chocaram com os pensamentos de Connor. Mal sabem eles, que pensamentos semelhantes habitam todo e qualquer ser humano, sendo uma marca indissociável de nossa própria existência. Mas o filme deixa como mensagem principal o aforismo do Teixo: "não importa o que você pensa, importa o que você faz."

    Lucas Alves | Em 12 de Fevereiro de 2020 | NOTA: 9.5
  • O equilíbrio entre fantasia e realidade, bem como a demonstração da interferência da primeira na segunda, permeia a narrativa, e revela um enredo mais profundo que seu visual poderia levar a supor. O monstro faz refletir não só ao garoto, mas ao espectador aberto a entrar naquele universo.

    Patrick Corrêa | Em 11 de Julho de 2019 | NOTA: 7.5
  • Quatro histórias fantásticas, as pessoas são boas e ruim, um cadiquim de cada poção... árvore do teixo, legal... como as crianças podem ser tão más, adolescentes, a dor da doença de nome feio... Espécie do mês – O Teixo, a Árvore da Vida e da Morte...

    Rosana de Almeida Machado | Em 18 de Abril de 2018 | NOTA: 9.0
  • Boa premissa,mal desenvolvida.Tem alguns bons momentos,mas não funcionou comigo.

    Araquem da Rocha | Em 22 de Fevereiro de 2018 | NOTA: 5.0
  • estéticamente maravilhoso, direção impecavel (ainda que clássica), apesar de soar um tanto melodramático as vezes e menos intrincado do que poderia ser nas relações metafóricas que estabelece.

    Alexandre N. Magno | Em 31 de Maio de 2017 | NOTA: 7.0
  • 26/05/2017

    ANTONIO CELIO BORGES | Em 28 de Maio de 2017 | NOTA: 5.0
  • Há um cuidado evidente na construção da solidão e confusão do personagem principal, e o monstro é uma metáfora batida, porém eficaz aqui. Infelizmente, não consegui me envolver com o personagem, o que tornou a experiência menos memorável.

    João Ferreira | Em 22 de Maio de 2017 | NOTA: 6.5
  • Premissa nada original, mas bem explorada. Possui momentos imaturos, mas é um filme inspirado mesmo com clichês.

    César Barzine | Em 19 de Maio de 2017 | NOTA: 6.0
  • Carrega o fardo de um visual fantástico já comum aos nossos olhos e uma trama dramática em que já antevemos a conclusão. Mas tem um poder e controle na narrativa admirável, sem ser apelativo e desafiando o espectador a expandir a interpretação de tudo.

    Guilherme Algon | Em 16 de Maio de 2017 | NOTA: 8.0
  • Ainda que, por vezes, recaia em algum clichê do gênero (além de não desenvolver satisfatoriamente uma ou outra temática), a obra consegue superar tais percalços, sobretudo, pela confiança depositada em seu público e por sua enorme sensibilidade. Lindo!

    Diego de Mendonça Costa | Em 15 de Maio de 2017 | NOTA: 7.0
  • O uso da imaginação infantil para fugas da realidade não é nenhuma novidade, aqui essa realidade está bem difícil (mãe doente, pai ausente, avó sem afeto, problemas na escola) e os contos do monstro se mostram razoáveis.

    Bruno Ricardo de Souza Dias | Em 18 de Abril de 2017 | NOTA: 6.5
  • J. A. Bayona merece os parabéns por dar vida ao mais novo clássico de aventura da atualidade; que ainda engloba assuntos de suma importância como a morte, família, as responsabilidades de crescer, etc.

    Gabriel Fagundes | Em 08 de Março de 2017 | NOTA: 8.0
  • Muito Bom

    Lucas Moreira | Em 15 de Fevereiro de 2017 | NOTA: 8.0
  • Assim como "O Labirinto do Fauno", utiliza a fantasia e os sonhos para contar momentos de sofrimento pelos olhos de uma criança. Tem um punhado de belos momentos, mas a sensação é que o filme de Bayona é uma experiência mais diluída que o de Del Toro.

    Gabriel Frati | Em 23 de Janeiro de 2017 | NOTA: 7.0
  • Grata surpresa este que é até agora o melhor filme do Bayona. Admito que fui surpreendido pela tal quarta história, uma vez que esperava uma resolução muito mais óbvia. O uso da figura do Liam Neeson e o epílogo trazem ainda mais densidade ao conjunto.

    Augusto Barbosa | Em 12 de Janeiro de 2017 | NOTA: 7.5
  • É irônico (e frustrante) que um filme que compreende as zonas cinzas da natureza e do sentimento humanos se esforce tanto para dar lições de moral, abusando do didatismo a todo instante. Bom filme, mas fica a sensação de potencial desperdiçado.

    Felipe Lima | Em 12 de Janeiro de 2017 | NOTA: 6.5